sábado, 2 de abril de 2011

Layout Novo

Pessoal, enquanto Designer Gráfico do Blog Banquinho do Xadrez, tomei a liberdade de fazer algumas mudanças  em nosso layout.
Dentre as mudanças temos: um novo Banner (o velhinho lembra muito um de nossos companheiros); um álbum de fotos d'Os capivaras"; um link com algumas notícias dos jornais "Estadão, Folha de São Paulo e Comércio da Franca"; uma lista de "Blogs Amigos"; Roberto Sabino é nomeado Administrador do Blog.
 Espero que todos apreciem as novidades, àqueles que não concordarem com ela apresente suas críticas por meio dos "Comentários", elas serão analisadas pela diretoria de imagem.

Atenciosamente

Ebola VírusLento
Departamento de Designer Gráfico

quarta-feira, 30 de março de 2011

HISTÓRIA DO BANQUINHO DO XADREZ

                           AS ORIGENS
De acordo com uma antiga lenda, o Banquinho do Xadrez remete suas origens ao próprio deus Marte Karamázov. Enquanto Remo M. Karamázov foi colocado no rio Tibre para ser salvo da ira de Amúlio (seja lá quem tenha sido este fulano!), um segundo filho de Réia Silvia Karamázov com o deus mítico, Rômulo M. D. Karamázov, uma criatura bisonha nascida com um prematuro e anormal bigode grisalho, que vomitava nas babás e amas-secas com uma risadinha infanto-diabólica debochada, foi deixado no Córrego dos Bagres, entregue ao "deus Dará". Essa criatura, de acordo com a lenda, foi encontrada e criada por capivaras que habitavam a região do clube Castelinho. Assim, a criança "vingou", cresceu e, inspirada agora pelo deus Hephaistíon (deus do trabalho suave), cumpriu a missão de fundar a cidadela do xadrez.
Algumas lacunas deste épico podem ser preenchidas por relatos colhidos sob os métodos da história oral. Ambos, Rômulo M. D. Karamázov  e Remo M. T. Karamázov, foram alimentados diretamente pelas capivaras selvagens; animal símbolo dos enxadristas do Banquinho do Xadrez.



Acima: Rômulo Mauricín Delfos Karamázov e Remo Mau Teacher Karamázov, lendários fundadores do Banquinho do Xadrez. Nesta época remota os menininhos ainda não sabiam distinguir uma loba de uma mulher, ou uma capivara. Mas farejavam de longe uma teta, por isso a gula explícita pela vitória, pecado que carregam desde então em tempo integral.

Abaixo: alguns instantâneos de Bibí Palhacín Killer, outro "Father Founding" do Banquinho do Xadrez.

Aqui temos Bibí Palhacín Killer, bem-humorado, após uma vitória contra seu arquiinimigo de nascença, Mau Karamázov.

Já aqui, temos o mesmo Bibí Palhacín Killer, irritado, após uma derrota contra Tozinsky, que ousou, com arrogância, dar nota Z ao último lance de Palhacín. 
O "humilde" Tozinsky quase perdeu a vida nesta ocasião.
Seja sincero. Você contrataria este "animador de festas" para seu aniversário?

Essa é a lenda, porém. Em 2008, foi encontrada farta documentação (cartas, bilhetes, fotografias...) referente à Franca do século XIX. Esse acervo nos permitiu reconstruir os pormenores da verdadeira História dessa importante “instituição”: o Banquinho do Xadrez.
Assim, sabemos que em meados do século XIX o local era ponto de descanso de pastores de capivaras. Mauricius Karamazov I e seu servo levavam as capivaras de onde é hoje o Castelinho para o atual bairro da Santa Cruz. Entre um descanso e outro, enquanto assistiam os bichinhos pastarem, divertiam-se em longas partidas de xadrez. De acordo com os registros era um costume entre esses pastores chamarem as capivaras com uma risadinha satânica e estridente.
Dez anos depois apareceu naquelas paragens um refugiado do Japão, que escapou por pouco de ser decapitado após ter relações sexuais com a mulher de um chefe Samurai. Celsus Kinder Lama logo travou amizade com o Karamazov e tornou-se seu discípulo. Enquanto aprendia as artes do xadrez tentava converter o incrédulo amigo ao budismo.
Tudo transcorreu em paz até 1900, quando se mudaram para os arrabaldes a família Warrior e os Tozinskys. Os Warriors era uma tradicional família de altos magistrados católicos que fugiram da Inglaterra por perseguições religiosas. Já os Tozinskys eram anarquistas russos fugidos da Okhrana (polícia política czarista).
Os Tozinskys recusavam-se a respeitarem os limites da cerca dos Warriors, que por sua vez nutriam uma “natural” aversão pelo ateísmo e “maus modos” dos vizinhos. O desentendimento quase chegou as vias de fato quando o patriarca Tozinsky derrubou a cerca de arame farpado que separava as duas propriedades. A tragédia só não se consumou pela intervenção do mestre Celsus Kinder, que convidou ambos a levarem as desavenças para o tabuleiro.
Tudo corria a contento até o dia em que o cachorro dos Tozinsky, um vira-lata russo chamado Pulgarov, morto de fome que estava, destroçou o tabuleiro e engoliu as peças do xadrez.
Algumas semanas tediosas se passaram até que chegou ao local um comerciante judeu-alemão, Klaus Von Celsius. Trazendo todo tipo de mercadoria d’além mar, entre um causo e outro Klaus apresentou uns tabuleiros de plástico dizendo serem relíquias da casa dos Habsburgo. Apesar da origem suspeita (na caixa estava escrito: juego de ajedrez), o fato é que os tabuleiros inauguraram uma nova Era no Banquinho do Xadrez.
Outros documentos ainda estão sendo estudados e logo esperamos publicar os próximos capítulos dessa História.
  PULGAROV: que recusou o convite para ser mascote do clube Banquinho do Xadrez, alegando problemas pessoais (toxicomanias em geral, e ameaça de prisão, carrocinha ou canil  por abandono de famílias e pensões alimentícias atrasadas!). 
    Primórdios do Banquinho do Xadrez. Membros reunidos para a foto de formatura.




By: Saimov Hobsbawm
Colaboração: Dud's Deutscher

domingo, 27 de março de 2011

HOMO ANONYMUNS


Despertou com os primeiros raios de sol que entraram pela caverna. Não especulou ou inquietou-se com aquela “bola” amarela que aparecia diariamente, apenas murmurou algo que para nós seria um “gosteeeiii”.
Certa inquietação nas entranhas colocou-lhe em movimento. Saiu da caverna e foi em busca de algo que apaziguasse o incomodo. Encontrou uma espécie de castanha, colocou na boca, apertou os dentes...”Não gosteeeii”.
Encontrou alguma carniça por perto mesmo e não se deu a maior trabalho. Apesar de ver alguns outros que quebravam as castanhas, “não tinha tempo para bobagens” e preferiu ficar com os restos.
Mais adiante umas ancas largas chamaram-lhe a atenção, chegou por trás e satisfez em alguns segundos sua outra necessidade. “Gosteeeiii”. Era o ápice do contentamento e assim voltou a caverna.
Agora a dor era cortante, rasgava-lhe o ventre. Algo precisava sair e não era ele. Agachou ali mesmo na caverna e cagou gostosamente. “Gosteeeiii”. Algum tempo depois percebeu as moscas rondando o fruto de sua obra e teve o que hoje chamaríamos de um insight. Seus olhos brilharam, a mente fervia...Afastou-se alguns metros para fugir do incômodo e dormiu. Não tinha “tempo para bobagens” como tirar a merda da caverna.
O Homo Anonymuns passou seus dias assim, comendo, cagando, dormindo e “gostaanndo” ou “não gostaanndo”. Não construiu ferramentas e tampouco tirou as próprias fezes da caverna. Não sabemos bem o que aconteceu com essa espécie, mas especula-se que tenha sido extinta pela fome ou por alguma epidemia causada pelo seu hábito de ter por alcova os próprios excrementos.

                                                                                      SAIMOV

CARTA ABERTA AO “ANÔNIMO”

Amigo (a) anônimo (a), apesar de parecer um adepto do culto dos instintos e impressões, uma vez que despreza as tentativas de reflexão, use um pouco o que a seleção natural lhe deu e pondere. Como alguém pode querer "parecer inteligente" escrevendo em um blog lido apenas por meia dúzia de amigos? Não tem sentido, concorda?
Quando tentamos nos aprofundar um pouco na discussão de algum tema, o fazemos não por fetiche, mas sim buscando desenvolver o raciocínio crítico e independente (na medida em que isso é possível). É uma forma de colocar nossas idéias a prova da crítica e assim, descarta-las, aprimora-las ou consolida-las.
Respeito imensamente a diversidade de opinião, porém, desprezo essa postura de "não gostei", ou "isso é bobagem", pois no meu entender ela joga na lata do lixo milhares de anos de "esforço" e sangue vertidos pela seleção natural. Não seja ingrato para com seus ancestrais e faça um melhor uso da "massa cinzenta" que lhe legaram.
Passe do “reino das impressões” e dos “instintos” para o reino do “pensamento racional”. Sinceramente, com essa postura que tanto exalta não teríamos nem saído das cavernas.

SAIMOV

quinta-feira, 24 de março de 2011

CARTA ABERTA À DUD'S TOZINSKY

Escolha suas armas. Já escolhi as minhas. Chame seus padrinhos, já convoquei os meus. Taco minhas luvas em sua face e o desafio a uma revanche. Não mais terei condescendência. Quero a cabeça de vosso rei sob o fio da minha guilhotina. Dessa vez só abandonarei o "tabuleiro" quando ele estiver imerso em vosso sangue ou quando vossas armas verterem o meu.

- Sei. Certo, mas pareces mais assustado que da primeira vez, simulando esta "amedrontadora" intrepidez sanguinária. "Sangue!". Tu desmaias só de olhá-lo! Isto para não falar dos "gases" intestinais que confundes com sintomas de infarto, preocupando o Srº "Breda". Que houve? Andas bebendo é? Sou seu amigo, mas se queres apanhar em público, novamente, é porque deves ter um motivo razoável. Vou ajudar-te menininho. Amigo é para essas coisas também.           Dud's.

SAIMOV (BRANCAS)                          TOZINSKY (NEGRAS)
                                                                  
 1- P4R                                                     1- CD3B
 2- P4D                                                     2- P4D (Haja paciência...!)
 3- P5R                                                     3- BD4BR
 4- BR5CD                                               4- P3BR 
 5- BxC (XEQUE)                                    5-PxB (No problemo)
 6- P4BR                                                   6- C3TR
 7- C3BD                                                  7- P3R
 8- P3TD                                                    8- P4BD
 9- CR2R                                                  9- B2R
10- PTR3T                                                10- 0-0 (Roque pequeno).
11- PCR4C                                               11- B3CR
12- PBR5B                                               12- PxP (O QUE AMEAÇA O BISPO?)
13- BxC (certo!)                                        13- PxB(tá?)
14- P4CRxP                                              14- P3BRxP5R
15-C2R3C                                                 15- B5TR(cravando cavalo)
16- O-O                                                     16- D4CR
17- D4CR                                                  17- D6R+(Xeque)
18- R2T                                                     18- DxC+
19- DxD                                                    19- BxD+
20-RxB                                                      20- BxP5BR
21- CxP                                                      21-BxP2BD
22-C7R+                                                    22- R1TR
23- TxT+                                                    23-TxT
24- PxP4R                                                  24- T1R(Atacando knight)
25- C6BD                                                   25- B5TD
26- C5T                                                      26- TxP5R
27- T1CR                                                   27- T4CR+
28- R2T                                                      28- TxT
29- RxT                                                      29- P5BD
30- CxP                                                       30- B4CD
31- C5R                                                      31- P3B
32- R2B                                                      32- R2C
33- C7D                                                      33- P3TD
34- P4C                                                       34- R3CR
35- C5BD                                                   35- R4BR
36- R3C                                                      36- P4TR
37- P4TR                                                    37- R4R
38- C7D+                                                    38- R4BR
39- C5BD                                                    39- P3TR
40- P4T                                                        40- B8BR
41- C3C                                                       41- B6TR
42- RxB                                                       42- P4R
43- C5T                                                       43- R5D
44- CxP +                                                    44- R5BD
45- PC5C                                                     45- PxP
46- P5T                                                        46- R4BD
47- C4C                                                        47- RxC
48- P6T                                                         48- R6BD
49- P7T                                                         49- P5CD
50- P8T=D                                                    50- P6CD  
51- D1TD+                                                   51- P7CD
52- D1CD                                                     53- Pretas abandonam 

SAIMOV VENCE.                                                        

quarta-feira, 23 de março de 2011

Os Dez Mandamentos de São Bobby Fischer

 O ermitão e enxadrista capivara Dud's Tozinsky Sinatra, a humildade em pessoa, subiu o ‘Monte Entulhos’  ( um lixão desativado nas proximidades da caverna onde habita), em busca de sossego e ar puro para refletir, meditar e maquinar sobre como xeque-matar "M. Delfos Karamazov" . Subitamente, o eremita sentiu-se mais tonto e abobado que o habitual, intoxicado, talvez, pelas emanações sulfúricas  e necrochorumimosas do local cujo aterro encobre um antigo cemitério indígena ( para usar um velho clichê!). 
   Os abutres que o rodeavam transformaram-se, diante de seus esbugalhados olhos, em pombas brancas, e as galinhas pretas, em lindos colibris, e o beato eunuco entrou em transe místico, numa paradoxal epifania ateísta,  recebendo do esplendoroso São Bobby Fischer, de quem é devoto, os seguintes "mandamentos", a serem transmitidos aos desvirtuados e auto-idólatras membros do "Banquinho do Xadrez"; especialmente ao Srº Mauricín D. Karamazov:

1- Não ganharás de Tozinsky; mas se ganhares, não sejais jactancioso.
2- Não tomarás a Dama de Tozinsky; a menos que ele se divorcie voluntariamente dela.
3- Não humilharás Tozinsky no tabuleiro; para que a ira de São Fischer não recaia sobre vós! 
4- Não tomarás em vão os peões de Tozinsky.
5- Honrarás Tozinsky em suas vitórias; e o parabenizarás em reverente genuflexão.
6- Não darás "Duplo de Cavalo" nas peças de Tozinsky.
7- Não darás "Xeque Descoberto" no monarca de Tozinsky.
8- Não "cravarás", com os Bispos, as peças de Tozinsky.
9- Não promoverás peões à Dama contra Tozinsky.
10- Não cobiçarás o Rei de Tozinsky.
                                           
Portanto, cumpra-se!
     
Psicodelicamente pseudo-psicografado: Robert J. Fischer.

terça-feira, 22 de março de 2011

Show de Calouros (ou de horrores...)

Bom dia, Senhoras!
Domingo último foi um dia verdadeiramente atípico, um show à parte (de horrores, mas ainda assim um show)!
Após a costumeira missa dominical, dirigi-me ao já famigerado calçadão em busca de uma vítima que pudesse alegrar meu pacato início de noite naquele domingo enfastiado de “faustões” e jogos de futebol horríveis.
Chegando ao calçadão, o Sr. Maurílio “Kara Mauzóvisky” estava lá de bobeira tentando encontrar o sentido filosófico da vida e procurando algum algoritmo que explicasse o caminhar das pombas gordas do centro da cidade. A verdade é que ele não tinha nada pra fazer...
Então começamos a jogar uma partida de xadrez que, mais uma vez, se mostrou ferrenha, mas ao final prevaleceu a soberania típica dos ilustres membros da família Guerreiro e, assim, Maurílio “Kara Mauzóvisky” mais uma vez afundou sucumbindo diante da supremacia deste Rafael Warrior que vos fala!
Embora a partida tenha sido magistral e eu tenha mostrado ao Sr. Maurílio quem é que manda (o que por si só já é um show a parte), outros dois personagens curiosíssimos roubaram a cena em pleno centro da cidade e dominaram os olhares dos curiosos e os holofotes incessantes dos paparazzi que se esbaldaram com toda a irreverência, talento, formosura e escrotisse que brotavam das cabeças desses dois personagens.
Falo agora dos espetaculares Dud’s Chupinsky e Evaicair, que juntos formam essa dupla de cantores composta por 3 integrantes (os dois e a esperança de um dia serem reconhecidos internacionalmente).
Essas figurinhas carimbadas nos abrilhantaram mais uma vez com sua maestria e afinação típica dos grandes talentos. Silvio Santos precisa conhecê-los (o futuro dos shows de calouros depende disso). O Pedro de Lara então daria um beijo na boca de cada um e com direito a um esfreguinha do seu lindo bigode típico!
Os dois são verdadeiramente inovadores dentro do universo abstrato e incompreensível que forma a mente complexa e sem noção dos artistas amadores.
Bem, a performance praticada por estes dois palitos de picolé premiados foi realmente inovadora. Eles demonstraram total intimidade com a pelota! Conseguiram interpretar Kurt Cobain no maior estilo Folia de Reis (tenho certeza de que o cara se contorcia de cólicas no túmulo enquanto os dois espinafravam com todas as criações nirvanescas...).
Ok, ok...falando sério agora, foi uma tristeza escutá-los...Insuportável, desrespeitoso com os bons costumes e com a moralidade pública, um crime! O show de horrores protagonizado por estes dois Ronaldinhos dos álbuns de figurinha da copa foi um fiasco público de proporções tsunamescas...um cataclisma dos tímpanos.
O Sr. Evaicair, após filosofar sobre as peculiaridades cósmicas da consciência humana (algo que ninguém compreendeu até agora) começou subitamente a cantar em línguas estranhas (algum elo perdido entre o Húngaro e qualquer outro dialeto que lembre a língua do Capeta).
Ninguém entendeu muito bem, aliás, ninguém entendeu nada de nada sobre como o Sr. Evaicair conseguiu viajar até planetas distantes e civilizações alienígenas e de repente voltar tentando, mas só tentando, cantar Nirvana em alguma língua do Capeta e em ritmo de Folia de Reis.
Mas o pior de tudo é que esse ser humano sui generis encontrou um parceiro. Isso sim é o mais espetacular e sensacional de tudo!!! Quando as pessoas menos transtornadas daquele lugar já cogitavam ligar para a ambulância do Allan Kardec para vir colocá-lo dentro de um aconchegante modelito de camisa com fivelas e mangas compridas, eis que surge das sombras Dud’s Chupinsky que, além de acompanhar o Sr. Evaicair, conseguiu igualmente cantar nessa língua que faz assombro ao Demônio.
E aí começaram as peraltices e malucagens típicas de mentes insanas e perturbadas. Os casais de namorados que passavam por ali olhavam assustados, os pais de família que passavam com seus filhos tapavam os ouvidos e os olhos de suas crianças tentando poupá-los daquela cena grotesca, as velhinhas que saíam da missa seguravam forte no terço e os evangélicos tentaram até exorcizar aquelas duas figuras. Mas não teve jeito, os dois entraram em êxtase e só pararam quando já tinham perturbado até mesmo os espermatozóides dentro dos sacos dos que ali estavam presentes.
E no meio dessa salada que misturava Show de Calouros com insanidade mental, estava eu tentando jogar agora com o Mauricim...Aí não tem cristão que aguente e acabei perdendo o jogo e o resto da noite de domingo, porque o som emitido por estes dois “calouros” reverberou no meu tímpano noite a fora...Ultrajante!!!
Essa dupla de 3 é mesmo uma pérola negra, a bolinha de gude azul que nenhum pirralho conseguia ganhar, a onça pintada do chocolate Surpresa, a figurinha que faltava no álbum Pantanal do chiclé Ping Pong, a última bolacha do pacote!!!
Ah!, Ana Hickmann...Que falta me faz vê-la capotando no Sambódromo...Isso sim é tosquisse profissional...O resto, bem, o resto é Dud’s e Evaicair...

Rafinha Warrior